Em um mundo eternamente provisório, efêmeras letras elétricas nas telas de dispositivos eletrônicos.
03
Jan 11
publicado por José Geraldo, às 22:08link do post | comentar
Ao mesmo tempo oriental e desorientado
o cãozinho deu no jardim e ficou parado
pela morte que se apanha no mínimo tato.

Deram-lhe bola ou a comeu por destino.
A meia-noite chegou cedo, chegou dura
com estrelas demais e sem promessas.

Assoviaram de algum lugar no escuro,
o silêncio dos olhos empoçados
não se alterou nem de leve.

O silvo passou no ar como uma outra pedra.

Originalmente escrito em 1997. Direto do “Túnel do Tempo”


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