Em um mundo eternamente provisório, efêmeras letras elétricas nas telas de dispositivos eletrônicos.
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Mar 09
publicado por José Geraldo, às 08:09link do post | comentar
De improviso, a alma lembraalgum rastro de um livro que passoupelos sonhos de um dia que senticomo outro dia dentro de uma vidaque passa de improviso e se arrastaquase livre, mas ainda aqui retida.Na estante do passado existe espaçoem um corredor imerso em penumbra,pelas prateleiras pulsam páginaspropelidas por pequenos pensamentose abortos de pensamentos, que caíramantes de serem inseridos em projetos.Cada livro que é largado sem ser lidona biblioteca do profundo esquecimento,cada livro cuidadosamente colocadoé um sonho que alguém não sorveu,uma lenda ou lição que se perdeu.Cada plano que não pôde ser composto,cada objetivo que ninguém pensoué um livro também que nunca se escreveu,ou pelo menos outra página perdidana enciclopédia encadernada em negroque as lendas dizem que, um dia,Alguém lerá, por um motivo. 
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