Em um mundo eternamente provisório, efêmeras letras elétricas nas telas de dispositivos eletrônicos.
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Ago 10
publicado por José Geraldo, às 08:05link do post | comentar
O cobertor de nuvens me envolvee amortece os sons enquantoeu me estendo sonolento ao ladode meu amor que respira bem suavee a lua sobe.A noite continua, eu fecho a portae deixo o livro pelo chão:a escuridão se põe em morros calmos,a estação mudou e o vento é morno.Criaturas se levantam, outras dormem.Retenha os seus sonhos, sonhos fogem.Ao gramado chega uma chuva friaque anuncia um amanhecer dourado.E o som do novo dia ergue-se do chãoe eu me apoio nele com meus pés fiéis,e meu amor respira suavemente ao meu lado,e percorro a bruma da manhã que tardaenquanto raios tímidos querem que ela arda.

Este pequeno poema é uma paráfrase, posteriormente estendida e muito modificada, da letra da canção A Pillow of Winds, do Pink Floyd. Uma das razões por que me propus a escrevê-lo foi justamente perceber o caráter “mineiro” (se é que isso é possível) da letra original, escrita Roger Waters, no tempo em que ainda não estava obcecado com o fantasma do pai. A primeira versão apareceu na Web em 2005.


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